RECORDAÇÕES DAS VIAGENS DE UM CUIABANO ( JAPÃO )


(está também no TripAdvisor como: reiscuiabamtbrasil)

  • Ovo cozido ou é cru? Cuidado! No café da manhã tem uma cesta com ovos, porém, não é cozido e sim cru. Eu vi os japoneses comendo-os cru numa tijelinha.

  • No aeroporto de Guarulhos são 3 terminais. Do 2 para o 3 é possível você ir caminhando por dentro mesmo, são 7/10 minutos de caminhada. Agora se você estiver no 2 ou 3 e quiser ir ao terminal 1 (nos voos internacionais desce no 2 ou 3), NÃO TEM COMO IR POR DENTRO via terminal 2 ou 3 ao 1, pois, este último é separado fisicamente dos outros dois! Exemplo: se seu voo chegou no terminal 2 e irá para Cuiabá, via empresa aérea Azul, então terá que descer ao térreo do terminal 2/3 e pegar um ônibus (é gratuito) para ir até o terminal 1!

  • Cuidado com a bagagem na chegada ao Brasil! Mesmo se no embarque você observar, que a etiqueta da sua mala está endereçada até Cuiabá, por exemplo, e mesmo que o agente da empresa aérea lhe disse que sua MALA IRIA ATÉ AO DESTINO FINAL, não é verdade! É norma da Polícia Federal que na primeira entrada no país, você TERÁ QUE RETIRAR SUA BAGAGEM (após passar pela polícia federal). Daí seguirá até a outra fila: a) nada a declarar; ou b) a declarar. No aeroporto de Guarulhos dependendo do horário e de qual país que você está vindo, não tem fiscalização (várias vezes passei por ali e não havia ninguém), mas se são voos de países que vem muito tráfico de drogas, escambo, contrabando, eles estão a postos ou ainda voos vindos de cidades como Miami, pois, muitos brasileiros vão lá fazerem compras e costumam ultrapassarem em muito a quota, portanto, são várias situações em que a Polícia Federal está atenta Se você trouxe além da quota, bom entrar na fila “a declara”, pois, se flagrado a multa é alta e vai ultrapassar em muito o valor dela aqui no Brasil. Porém, se você está dentro da quota permitida, recomendo guardar as notas fiscais e comprovantes de pagamentos do cartão de crédito referentes às mercadorias, pois, se o agente da Receita Federal lhe parar, você tá pronto para lhe mostrar os valores. Em certa viagem eu trouxe de Orlando/EUA um drone. Como eu sei que é difícil qualificar o valor, já deixei a nota dentro da sacola do produto. "Não deu outra" quando passou pelo scaner viram que era este produto, me pararam objetivando questionar o valor que eu havia pago. Mostrei a nota no valor de 120 dólares... me liberaram imediatamente, pois, eu não havia trazido mais nada de valor.

  • Leia sobre a história, principalmente os COSTUMES do lugar que você irá visitar! Lembre-se você é um "gaijin"! Cumprir com as regras sociais, demonstra respeito pelo povo local e sabedoria da sua parte. Eu sempre gostei de ler sobre tudo, conheço bastante a história e alguns costumes do lugar a ser visitado, mas mesmo assim, reavivo este conhecimento via artigos, blogs, post de viajantes, curiosidades, etc., inclusive presenciei em Abu-Dhabi mulheres sendo proibidas de ingressarem na terceira maior mesquita do mundo que lá existe, por que estavam com roupas inapropriadas e vi homem também (embora a agência havia mandado as recomendações antes da viagem, certamente as pessoas não leram!). Há alguns anos houve uma polêmica veiculada na imprensa, pois, em abril de 2007, o ator Richard Gere foi condenado à prisão, por um tribunal indiano, por conta de um beijo, Gere abraçou e beijou na bochecha a atriz de Bollywood Shilpa Shetty, no encerramento de um evento anti-Aids, no país. O gesto do ator provocou protestos em algumas partes da Índia, especialmente por grupos de defesa dos valores hindus, que o interpretaram como um ultraje à atriz e uma afronta à cultura indiana. Um tribunal da cidade de Jaipur, no norte da Índia, ordenou a prisão de Gere, atendendo a uma queixa registrada por um advogado local. Imagine! Se é expedido um mandado de prisão contra um astro de Hollywood que estava no país fazendo uma ação social contra a Aids, imagine um relés coitado do povo! É preso e jogado na cela e fica lá mofando por um bom tempo!

  • O que levar na mala? a) Roupas. Quanto às mulheres não vou me meter neste assunto complicado. Vou me ater somente aos homens, pois, é mais simples. Primeiro, entro em um site que me mostra a temperatura mínima e máxima nos últimos 20/30 anos do lugar que vou visitar (é batata! Nunca passei aperreio com frio ou com o calor), lá terá as temperaturas médias do ano todo, e, cada um, suporta o frio diferentemente um do outro, é só você fazer, a sua opção de roupa. Quando fui ao Japão, era a primeira quinzena de janeiro, vi que lá era o inverno e era o período mais frio do ano, em Tóquio entre 4 a 10 graus. Levei 2 blusas de frio. Uma meia estação e outra "mais pesada", deu certo. Quanto às calças sempre faço opção por 2 de jeans. Camisetas: 1 para cada dia (e no retorno, elas servem para embrulharem objetos que podem quebrarem facilmente, por exemplo, coleciono canecas, então na volta, enfio as roupas usadas dentro delas e enrolo a caneca com 1 ou 2 camisetas, assim economizo espaçõ); b) remédios com a respectiva receita, inclusive a caixa (EUA pode invocar dependendo da quantidade e a receita e a caixa vai lhe salvar); c) tenho uma lista de todos os objetos/coisas/roupas/etc., que acho indispensável, então, faço minha mala rapidamente sem nada esquecer.

  • Não tire selfie! não bata foto nas áreas proibidas de quaisquer aeroportos! Na revista VEJA já saiu longa reportagem sobre jovens brasileiros que descumpriram tal regra, foram presos e deportados dos EUA. Não brinque. Não arrisque! Se tem, uma placa indicativa que é proibido foto, qual é o motivo de se fazer isso? “Acha que não vai dar em nada”? Lembre-se! Existem centenas e em alguns aeroporltos, milhares de câmaras, e, mesmo você achando “que ninguém está vendo você tirar a foto, pode alguém estar de olho nas câmaras de controles e ver você fazer o ato proibido”! Em outros países a coisa é séria, vi pessoalmente no Japão, por exemplo, frio de cinco graus, à noite, sem NENHUM CARRO SE APROXIMANDO EM QUAISQUER SENTIDOS (era um bairro residencial), e todos os japoneses aguardando o sinal verde autorizando o pedestre passar e só quando abriu é que o fizeram! Aqui no Brasil temos situações diametralmente opostas!

  • Cuidados ao alugar casas, apartamentos, etc., por quaisquer sites, mesmo o Booking. Explico: não que o Booking seja irresponsável, etc., com o cliente, não é isso! Por exemplo, já aluguei três casas nos EUA via Booking, mas NÃO aluguei, por exemplo, em Saint-martin. Razão? Caribe! Preferi ficar em um hotel e pagar mais caro uns 30% do quê arriscar. O que pode ocorrer: você aluga uma casa, o larápio da vizinhança sabe que aquela imóvel é de aluguel temporário. Fica de olho. Você chega para suas férias e sai para passear e quando retorna o lugar está mais limpo do quê?... Então em determinados lugares não alugo, prefiro pagar mais caro e ficar em um hotel. E veja que não é preconceito não. Estive lá em Saint-martin três meses antes daquele furacão Irma, em 2017, o qual arrasou a ilha! E o que vimos via TV quando ocorreu esta catástrofe? Bando de facínoras assaltando, roubando, etc., os turistas e os próprios ilhéus! Horroroso! Todo cuidado é pouco!

  • Cuidado com os seus pertences ao sair do avião na chegada. Não vá pensando quê dentro dos aviões não haja ladrões! Nas revistas sobre Viagens, só algumas trazem pequenas notas sobre o assunto. Ao descer no aeroporto, sempre "é um desespero do povo" aí o larápio aproveita! Já vi casos. Tem também a questão das "sacolas trocadas", quando se vai descer do avião. Ocorre o seguinte: muita gente compra na área internacional do aeroporto, nos chamados "Duty-free shops ou free shops, as quais são lojas localizadas no interior de salas de embarque e desembarque de aeroportos internacionais, onde produtos são vendidos sem a aplicação de certos impostos locais ou nacionais, geralmente sob a condição de que os produtos serão vendidos para um viajante que os levará para fora do país. Portanto, as sacolas são todas iguais (existe uma regra, que não se deve tirar o produto da sacola, pois, a Receita Federal e outros órgãos respeitarão as preceitos para este setor específico, por exemplo, no avião está limitada a entrada de líquidos com até 100ml, mas se você compra no Duty pode levar uma garrafa de vinho com 700ml um uísque de 1 litro, etc., em virtude disso a sacola é lacrada). Voltando ao assunto. Como as sacolas são exatamente iguais (se do mesmo local de compra), é danado para acontecer de alguém sem nenhuma maldade confundir e pegar a sua sacola. No voo de Tóquio/Chicago uma mulher pediu para pegar no bagageiro uma sacola do Duty prá ela e quando toquei a mão nela, um japonês gritou de lá de trás, ôpa! Esta é minha! Mulher ficou sem graça e eu desisti de ajudá-la! Observação: tem países que obriga o Duty a entregar a garrafa de uísque, o vinho, etc., que são superiores a 100ml (ou toda a compra), que você adquiriu, dentro do avião que o comprador está a viajar. Esclarecendo: eu comprei, paguei, me deram a nota fiscal e comprovante de apagamento, porém, não recebi a mercadoria imediatamente (no caso era perfumes que ultrapassavam os 100ml), eles disseram que entregariam para o pessoal de bordo antes do voo e depois os comissários de bordo me repassariam. Fiquei apreensivo. Mas, minutos antes da partida, veio um funcionário da loja com várias sacolas e entregou para o comissário e este por sua vez pelo sistema de som chamou cada um dos compradores.

  • Não sei por que "cargas d'água" raríssimos aeroportos internacionais NÃO possuem banheiros próximos da checagem da polícia de fronteira e na alfândega. Minha sugestão é: quando aproximar-se do aeroporto de destino, vá ao banheiro do avião e descarregue o conteúdo da bexiga (que diga os diabéticos!), já me ocorreu estar na fila e aquele mar de gente aguardando para ser atendido pelo policial de fronteira. Dilema: se sair perde o lugar, se ficar é um sofrimento atroz!

  • Longos Voos deve-se andar dentro do avião. Existem várias reportagens sobre esta situação do viajante ficar na posição sentado por longo período e sem poder se mexer muito, e a circulação do sangue não ser adequada e vir a causar uma embolia, etc., portanto, largue a preguiça e de tempo em tempo faça uma leve caminhada pelos corredores do avião. Isso é sério! Uma senhora que trabalhava no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso faleceu em um voo vindo dos EUA para o Brasil. Todos os aviões de longo percurso tem as saídas de emergências, ali, existe um espaço bom para se fazer flexões com as pernas (ficar de cócoras ou alongamento com os braços e pernas e demais exercícios que você conheça). Eu os faço sem a menor cerimônia! É a minha saúde! Inclusive se você fizer isso estará ajudando a ti e aos demais companheiros de viagem, pois, eu estava em um voo sentido Guarulhos/Lima-Peru, exatamente no meio do percurso, um senhor teve um problema saúde e o piloto teve de decidir se continuaria para Lima (São mais ou menos 5 horas entre Lima/SP), e, ele acabou informando que como o passageiro era brasileiro, a melhor opção era retornar a São Paulo. Enfim, teve que reabastecer a aeronave, procedimentos administrativos, ambulância para retirar o senhor, etc., só fomos chegar no Peru, quase dez horas após o horário previsto. Não que aqui queiramos culpá-lo, mas será que ele fez estes leves exercícios para evitar este mal que acomete os viajantes de longo percurso? Olha que hoje com os modernos aviões, existem centenas de voos que são acima de dez horas, já fiz diversas viagens que são 14 horas(SP/Dubai, Austrália/Chile, Washington/Tóquio, etc.), fica a dica!

  • Coisas interessantes ou curiosidades sobre o Japão: a) não há drogados nas ruas. Motivo: as penas são altas, mesmo que seja uma pequena quantidade de maconha, não esta, que é para consumo!; b) não vi pedintes; c) máquina para contar moedas e dar o troco no mercado. Interessante, pois, agiliza o atendimento, não precisa você ou o o caixa ficar a contar dezenas de moedas (lá, se você tiver a receber 1 centavo de troco, receberá!); d) "mar de gente": em vários locais é famoso Tóquio por esta imensidão de pessoas. Em Shibuya por exemplo, muitos turistas vão até lá, só para ver este ‘mar de gente’ e tem também nos momentos de pico nas estações do trem/metrô; e) ninguém fala ao celular em locais públicos tais como: ônibus, restaurantes, metrôs, trens, etc., é uma das coisa que mais me impressionou! Fui em Tóquio, Kyoto, Hiroshima, etc., e não vi nenhum japonês, sequer falando com os fones de ouvidos! Incrível!; f) caríssimos as coisas em relação nossa moeda (logo que cheguei vi uma banana nanica por 1 dólar... pensei é porque é importada... mas depois que os preços das demais coisas, também era alto em relação ao Brasil; g) Uber: aparece o valor no taxímetro e ao final, o motorista emite o recibo em papel e lhe entrega; h) 99% dos atendentes falam o inglês. Impressionante! (Um país em que a língua é totalmente diferente do ocidente, eu fico a imaginar, quão difícil é para eles aprenderem o inglês, pois, até a maneira gutural de se expressarem, torna-se difícil a eles a aprenderem uma língua do grupo indo-europeia; i) também é muito interessante a questão do sentimento de reerguer o país. A esposa japonesa de um amigo brasileiro, disse que quando o Japão entrou em crise, os japoneses do mundo inteiro que estavam fora do País voltaram para ajudarem a reerguerem o seu país natal! Diferentemente de vários outros povos!; j) durante a minha estadia em Tóquio, Kyoto, Hiroshima, ilha Miyajima, Monte Fuji e ilha Odaiba, não vi sequer um papel nas ruas! São impecáveis quanto à limpeza, é incrível! E olha que não há muitas cestas de lixo nas ruas e demais locais públicos, como foi sito em outra observação – foram retiradas por questões de segurança; i) regra de ouro: aprendi ao longo das dezenas de viagens que fiz uma coisa prática e necessária: ...se sentir vontade de visitar a chamada "casa de banho" (Portugal), WC, bathroom ou como se diz no Brasil "banheiro", meu amigo lhe afirmo com toda a certeza, VÁ!!! Não deixe para última hora, pois, pode acontecer uma desgraceira! Não fique com vergonha idiota de falar com o motorista do ônibus (por exemplo, mesmo no Japão, quando comprei um voucher de uma excursão de Tóquio para o Monte FUJI - são quase 2 horas, o ônibus não tinha banheiro... imagine a situação...); e k) não se vê casais de namorados ou marido/mulher, com as mãos dadas andando pelas ruas ou locais públicos no Japão...

  • Sai em um dia e chega no destino no dia anterior. A questão de sair de um lugar por exemplo, dia 10 de fevereiro e pousar na cidade em que se está indo no dia 09 de fevereiro! É coisa esquisita. Quando viajei à Bora Bora, fomos via Nova Zelândia (Auckland). Embora entendendo o por quê, os motivos, mas na passagem aérea constava saindo por exemplo dia 10 de Auckland e chegando em Papeete (Papete), no dia anterior, esquisito não? E se a coisa estava errada? Os hotéis, passeios, programações perderíamos um dia! Mas deu tudo certo. Na verdade isso ocorre quando o avião está voando em um determinado sentido, ganha-se tempo em outro perde-se! A viagem foi feita desde a Nova Zelândia, de Auckland, em um voo de 5 horas de duração que é meio que uma volta no tempo. Mas como assim??? Explico: a linha internacional do tempo, aquela que define os fusos horários do nosso planeta, imaginariamente se inicia em algum ponto entre a Nova Zelândia e a Polinésia Francesa. Concluindo: Então podemos dizer que, em um mesmo instante, serão dois dias distintos na Nova Zelândia e na Polinésia Francesa por causa dessa linha do tempo. Ainda tá confuso, né? Então tá bom, deixa Prá lá sô!…

  • Sentar na cadeira do corredor ou na janela? Depende! Marinheiro de primeira viagem adora sentar na janela! Eu também fiz isso! Só que, com o tempo, verifica-se que na verdade quem senta na janela só vê alguma coisa nos primeiros minutos da decolagem e depois mais alguns no pouso (se o tempo estiver limpo). Passado esta fase, melhor é pedir para sentar nas fileiras do corredor! Entre alguns motivos, cito um: ao sair para ir até ao banheiro fazer suas necessidades fisiológicas, você não incomodará ninguém!

  • Questão de ficar um certo tempo de ESPERA entre um voo e outro: a) vai depender qual aeroporto. Amsterdã. Chicago. Tóquio. Miami. Washington(Dulles), etc., já que cada aeroporto tem a sua mecânica de gerenciamento e mobilidade dos passageiros. Uns são mais fáceis e outros nem tanto; b) se o bilhete está coligado ou não com o próximo trecho; c) já gastei quase 4 horas entre a aterrisagem do meu avião até conseguir botar a mão no bilhete do percurso seguinte ou já com bilhete no bolso, mas tem país (Exemplo: EUA) exige retirada da mala e redespachá-la. Geralmente todo país exige que no primeiro aeroporto que você adentrar, terá que obrigatoriamente passar pela alfândega, etc. então não fique querendo que o tempo entre voos seja curtíssimo, pois, pode não dar tempo, a não ser em determinados lugares, por exemplo, estive no Panamá, e o tempo era curto, porém, lá é diferente a empresa COPAS domina tudo, a cidade do Panamá é o HUBE dela e por aí vai, inclusive quando lá estive a questão de fiscalização alfandegária não existe, portanto, você ganha tempo, etc.

  • Café da manhã em hotéis. Hoje quase todos os hotéis estão separando este item dos demais (principalmente quando você adquire a diária pela internet). Aquele adágio que diz "que nada é de graça. Alguém está pagando a conta”! Se aplica perfeitamente neste caso! Ou como eu costumava dizer aos meus filhos quando eram pequenos: "comida, cama, roupa lavada de graça, só até 18 anos". Em Tóquio só tomei café da manhã no hotel somente uma vez (20 dólares por pessoa). Hiroshima tomei o desjejum no hotel, pois, quando comprei as diárias via site não tinha a opção com ou sem o café da manhã. Voltando no caso de Tóquio. Próximo ao hotel havia vários cafés era só escolher um todo dia. Tem também a possibilidade de comprar seu café da manhã nos pequenos mercadinhos tais como: Eleven 7, etc., há um monte deles pela cidade, é só escolher, fica bem mais em conta do quê pagar no hotel. Para decidir qual a melhor opção, verifique qual é o valor, em média até dez dólares, prefiro a comodidade do hotel.







  • Transfer entre aeroporto/hotel/aeroporto em Tóquio: no meu caso foi melhor custo/beneficio 2 pessoas paguei 5.900 ienes (27 dólares por pessoa). E peguei o ônibus em frente ao hotel. Uber seria 27 mil ienes, cerca de 245 dólares a viagem. Metrô/trem, também fica barato, porém, existe o transtorno de arrastar as malas pesadas entre o hotel e a estação mais próxima e depois nas trocas de estações (dependendo da localização do seu hotel, claro!). Então você terá de avaliar qual melhor meio, valor e o desassossego! Observação: a) o ônibus que pegamos tinha wifi gratuito e o nome da empresa: Willer Express; (comprei o Voucher pela internet); e b) o hotel que fiquei o NEW OTANI INN TOKYO, fica pertinho do ponto de ônibus, fácil de levar a mala, e, ele foi direto ao terminal do aeroporto Narita, sem parar em qualquer outro ponto. Em outras cidades que estive, também, utilizei Uber, empresas particulares que fazem este tipo de serviço, ônibus, etc., dificilmente utilizei o transporte público, em razão de “ficar arrastando mala”.

  • Se na sua viagem você passar pelos EUA - Aeroporto Dulles (Washington), na situação de "TRÂNSITO", prestar atenção assim que desembarcar do avião, você entrará em uma fila das "PESSOAS QUE ESTÃO EM TRÂNSITO", geralmente na saída do avião - ponte telescópica, ponte de embarque, jetway ou finger), tem uma pessoa gritando e indicando por onde deve entrar quem está em "trânsito". Você irá direto para o serviço de fronteira falar com o Oficial de Emigração, o qual poderá fazer perguntas, quanto está levando em dinheiro, para onde está indo, nome do hotel, etc., depois disso você irá para a esteira retirar sua bagagem, porém, já tem um funcionário esperando e você indica sua mala e ela é redespachada para o seu destino. Só que você não sairá da área de embarque internacional. E se houver um longo tempo de espera, você não poderá sair para visitar algum lugar na cidade. É isso! Não se esqueça que cada País e cada Aeroporto tem as suas normas e o modo de operação podem existirem diferenças. Em Dulles foi a ida do Brasil/Japão. No retorno Japão/Brasil viemos por Chicago e houve situações parecidas, entretanto, nada de assustar. Ao chegarmos às 16h15 (horário de Chicago), havia um verdadeiro "mar de gente!' A fila para Polícia de Fronteira tinha mais de duzentos metros! Mas hoje os passaportes brasileiros são com Chip, então, é muito mais rápido do que uns anos atrás, como funciona: a) entrar na fila "visitor

Visa"(o comum é visto de turista, tanto é que nas demais filas não havia ninguém!). Ao chegar sua vez, tem mais de uma dezenas máquinas (tem opção em língua portuguesa), onde você coloca a parte que está o seu "VISA EUA" o qual está colado no passaporte (se houver familiar lhe acompanhado tem opção de incluí-lo também no mesmo procedimento), quando finda a operação, sai um impresso com a sua foto e outros dados, aí você pega a fila específica para falar com o Oficial de Fronteira. Saindo daí é pegar a mala (veja que na volta houve uma pequena diferença: a) no Dulles/Washington não teve máquina para escanear o passaporte, fomos direto falar com o Oficial de Fronteira; b) o redespacho da mala em Chicago teve uma pequena diferença (como explicado acima); e c) a questão da marcação do assento entre Chicago e Guarulhos - recebemos o impresso lá em Tóquio, mas sem o número da poltrona. Voltando ao assunto da mala, para que possa ficar claro. Pegamos ela na esteira (é só olhar em cada esteira tem uma placa do número do voo que acabou de chegar). Em Chicago pegamos e andamos um bom pedaço e de repente tinha um guichê da UNITED e veio um funcionário com a maquineta e leu o código de barra que estava afixado na mala e viu que já estava endereçada SP, pegou e disse para marcarmos o assento em C-20 no terminal 01. Saímos e pegamos um ônibus para tal terminal. No Portão C-20 o funcionário só chegou próximo a saída do voo, mas já estava impresso o bilhete de todos os passageiros e os nossos bilhetes estava OK. Só um problema: eu gosto de viajar no corredor. Neste caso já está impresso, não tem como mudar, mesmo por que como vi ele é um simples entregador dos bilhetes e a escolha se dá do lado de fora do embarque!

  • Cuidado ao desligar o celular por quaisquer motivos quando estiver em cidades que o horário é diferente do Brasil. Mesmo não estando em roaming ou desligado o horário automático de rede, pode OCORRER que ele altere o horário, portanto, antes de desligá-lo veja a hora. Sempre em viagem eu gosto de ter um relógio de braço com o horário de Cuiabá, pois, havendo dúvida eu sei qual é o verdadeiro horário local.

  • Não vi nenhum drogado e nenhum pedinte em qualquer lugar que andei pelo Japão. Fiz a seguinte pergunta a respeito do fato a um amigo que mora em Tóquio: Átila uma curiosidade: não vi nenhum drogado e nenhum pedinte em qualquer lugar que andei pelo Japão. Você já viu algum, durante o tempo em que mora aqui no Japão? Resposta: Não tem drogado mesmo aqui no Japão, aqui a lei contra drogas é duríssima, 3 anos de prisão se o cara é pego com um baseado, além de ser um grande estigma social, também! Em situação de vulnerabilidade social eu vi um, ele ficava embaixo da ponte estação gotanda, mas ele era doente mental e ele não pedia nada a ninguém, só ficava lá numa barraquinha que ele fez com guarda chuvas.

  • Nomes em inglês. Praticamente em todos os lugares (ruas, placas nas rodovia, trem/metrô, etc., estão grafados os nomes em japonês e em inglês.

  • Nos trens/metrôs na porta do vagão existe um luminoso com o nome da estação em que está parada e assim que o trem se movimenta aparece o nome da próxima, bem como há um áudio em japonês e logo depois outro em inglês dizendo o nome da próxima estação, é só ficar atento para “não perder o bonde”. Também pode ser acompanhado pelo Google Maps.

  • Com o passe da JR do trem-bala de 7, 14 ou 21 dias além de fazer as viagens longas via trem-bala, e ainda poderá utilizar o mesmo passe, em toda a rede de metrô/trem em que seja a JR a operadora. Não passará pela roleta/catraca e sim, onde está um guarda (Você mostra o seu cartão que recebeu e o guarda aperta um botão para a cancela abrir e você acessar o interior da estação).

  • Pratos pedidos nos restaurantes no Japão, são quantias pequenas comparadas com as que são servidas no Brasil. E uma coisa o interessante: algumas tigelas que vem o molho, a cambuca que vem a comida propriamente dita, etc., parece ser de um bom tamanho, porém, por dentro ela tem o fundo no meio da peça, então, seus olhos gordos de fome fica decepcionado, pois, a quantidade, foi reduzida no mínimo em 40%!

  • Canecas e imãs. No Japão dificilmente você encontra: canecas e imãs, portanto, quando encontrar, compre imediatamente!

  • De todos os países em que viajei (cerca de 30) e em todos os continentes (inclusive Oceania - Austrália e Nova Zelândia; Bora Bora, etc.), Japão é o mais caro de todos em todos. Por exemplo, em Bora Bora diárias em hotéis são caras, mas os demais itens em relação ao Japão são mais baixos, embora seja mais alto, em relação aos demais países!

  • Atenciosos. Japoneses são extremamentes atenciosos para fornecer informações. Se não sabem, não "chutam" e estão sempre a ajudar o turista! Muito legal isso, diferentemente do francês, inglês por exemplo que são péssimos no item ajuda ao estrangeiro!

  • Água à mesa. No Japão segue o padrão dos EUA, sempre que você pede uma refeição, vem uma garrafa com água à mesa ou uma espécie de água saborizada.

  • Saber falar Inglês. Antes não ligava muito para isso. Mas vi plenamente a importância de pelo menos falar a língua inglesa! Por onde quer que seja, que tenho andado, o inglês é essencial para "sair dos apertos"! Meu conselho: quem deseja sair pelo mundo, aprenda-o! Até no Japão, fui surpreendido! Em todos os lugares, às pessoas responsáveis para fornecer informações, falavam o inglês! Inclusive quando chegamos na estação do trem bala em Kyoto, resolvemos pegar um táxi para ir ao hotel (em vez de irmos de metrô), havia uma placa dizendo, que ‘naquela fila os motoristas de táxi falavam inglês’! Nos bares, restaurantes, Starbucks, lojinhas de souvenires os jovens e idosos também articulavam em inglês! No Camboja o guia falava perfeitamente o inglês e por aí vai!

  • Mão inglesa. No Japão adota-se a mão inglesa, inclusive nas escadas nas estações de trens/metrôs, ruas, etc., andar pelo seu lado esquerdo (mesmo em escadas rolantes, pois, o "seu lado direito" deve ficar livre para os que estiverem apressados).

  • Bateria para recarregar o celular. Compre uma "bateria suplementar" com 10.000mAh, pois, você ao andar pela cidade irá tirar muitas fotos, estar ligado à internet via "Pocket Wifi/roteador de wifi de bolso portátil ilimitado com entrega no hotel", o qual foi alugado, e estes telefones modernos (o meu é um S-9 da Samsung), consome muita bateria (nestes casos que está ligado para localizar endereços, acaba após 4 horas depois de sair do hotel), você tendo a bateria suplementar é só conectar a bateria, e ela é capaz de dar 4 cargas completas no S-9, por exemplo. Muito bom! .

  • Alugue um roteador(wifi). No Japão não tem muitas redes de wifi gratuita em lugares públicos. A empresa Global aluga um roteador, que é um pouco maior que uma caixa de fósforos, então é só botar ele no bolso da camisa ou da calça e levá-lo por onde você for pela cidade. A vantagem que você estará conectado ao mundo via WhatsApp e via wifi. E o uso é ilimitado. Aluguei um ‘roteador de wifi’ por 40 dólares, por 15 dias sem limite de uso, em termos de valores daquele país, é baratíssimo, tendo em vista os preços das coisas no Japão, além do quê, se fosse usar a "Oi" da vida, o preço é R$ 59,99 por dia, e, com vários itens limitados! Embora toda vez que eu viajo fora do país, eu ligo na minha operadora de celular e faço o desbloqueio para usar no país em que estou indo, assim procedo, por motivos de segurança, já que, se algo ocorrer no Brasil, estou com o celular livre para fazer ligações emergenciais sem estar preocupado com o limite de tempo ou coisa parecida! Lembrando que no Japão não é em todo lugar que existe wifi livre, que é um ponto interessante, pois, quando se fala em tecnologia, logo lembramos do Japão, como um dos países expoentes do mundo, porém, neste particular ‘não é bem assim’, penso, que é pela facilidade de todo mundo possuir ou seu wifi e assim as empresas não disponibiliza o wifi livre. Nos três hotéis em que fiquei todos havia wifi gratuito.

  • Trem-bala. Eles chamam de Shinkasen. Pegamos de Tóquio até Kyoto (não precisou trocar), mas, de Kyoto à Hiroshima trocamos de trem em Shinosaka. É uma viagem super agradável, não há balanços, algumas há umas ‘pequenas tremidas’ mas nada que possa, por exemplo derrubar o refrigerante que está no tampão da sua cadeira (aliás, tem um garçonete vendendo refrigerantes e guloseimas dentro do trem). Distância entre poltronas trem-bala shinkansen, é otima! Não é aquele aperto terrível dos aviões. Dá para carregar uma mala de pequeno porte, entre as pernas e a poltrona da frente, embora, tem lugares acima da cabeça para você colocar sua mala pesada tranquilamente. Se ela ficar com ‘um tanto para fora’, não se preocupe, que ela não cairá sobre sua cabeça ou do passageiro ao lado, já que o percurso do trem é sempre em linha reta (você vê isso no google maps quando está dentro do trem) e se houver curva, será tão suave que você nem perceberá que houve...

  • Lojas populares. No Japão tem uma rede de loja chamada “Daiso” que vende um pouco mais em conta. São as chamadas lojas do povão. Frequentei algumas. Não comprei nada, pois, compro só o necessário. Para quem gosta vale à pena dar uma olhadela.

  • Cartão de crédito. Quando você for ao Japão, tomar cuidado, pois, lá tem muitos lugares que NÃO aceita cartão crédito (só os lugares que são maiores), portanto, troque um pouco seu dinheiro pela moeda local (¥: Iene). Compras no cartão de crédito aparecem, com horário e dia do Brasil, mesmo que você tenha atualizado o celular para o horário e dia para Tóquio (não sei se vale para quando você coloca o celular com horário automático da rede, pois, eu não nunca faço isso). Interessante: para comprar ou recarregar o cartão das linhas de metrô/trem no Japão nos totens só é possível com dinheiro vivo, não tem a alternativa de pagar com cartão (pelo nas estações em que eu fiz a recarga), não sei se em algum lugar tinha algum totem que era possível pagar com cartão. Eu carregava o cartão com 5.000,00 Yens (equivalente 50 dólares americanos) e para saber, quanto se tem ainda de saldo, é só observar o visor quando se passa o cartão na catraca. Quando o valor estiver baixo, é bom repor, pois, aparecerá uma mensagem em vermelho "insuficiente" e a catraca fecha imediatamente impedindo a passagem e nem sempre nos arredores tem o totem para recarregar;

  • Lixeiras nos lugares públicos. Interessante quase não se vê nas ruas, mercados, estações de trens/metrôs, lugares públicos como praças, etc. Lixeiras para depositar o lixo. O Japão é famoso pela limpeza e reciclagem (eu visitei a ilha de odaiba – a qual foi construída artificialmente em cima de cinza, a qual é purificada e usada em construções, por exemplo, para fabricar material para calçada. de lixo reciclado e a própria ilha mencionada), portanto, alguns esperam que, para a cidade se manter limpa, cada esquina deveria ter uma lixeira, porém não é assim! Uma das coisas que os turistas notam ao visitar o Japão é exatamente a falta de lixeiras nas ruas, o máximo que conseguimos achar são lixeiras para colocar latinhas e garrafas das máquinas de venda de refrigerantes e guloseimas que existem um montão delas nas calçadas. Segundo alguns, a redução drástica de lixeiras, foi em razão do ataque terrorista em 1995 que fez com que as lixeiras de locais públicos desaparecessem. Exatamente, em 20 de março de 1995, cinco membros do culto Aum Shinrikyo lançaram um gás mortal no metrô da cidade de Tóquio. Eles usaram sacolas de plástico embrulhadas em jornais. 13 pessoas morreram e 5000 ficaram feridos. O Japão ficou paralisado com medo de outros ataques. Às pessoas consomem seus produtos e os resíduos advindo daí, levam para descartarem em suas casas. Atualmente não existe quase nenhuma lixeira pública, a maioria das lixeiras encontradas no Japão pertence a uma loja de conveniência, bar, restaurante, mercado ou outro tipo de comércio. Tem uma teoria de que quanto menos lixeira, menos lixo é produzido. A outra teoria é em face do medo de novos ataques terroristas.

  • Banheiros nos trens/metrôs de Tóquio. No trem/metrô em nenhum deles eu vi banheiro, então antes de entrar em um, não arrisque, "tire primeiro a água do joelho, antes que aconteça uma desgraceira"!!!


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