Fatos Hilariantes em viagens by Reis


09 Fevereiro 2020

Fatos hilariantes:

  • Aconteceu comigo 1. Em maio de 2017 fui à Ilha St. BARTH (São Bartolomeu - São Bartolomeu; em francês: Saint-Barthélemy), cuja ilha fica próxima da ilha de Sint-Maarten (Saint-Martin ou São Martinho). Você vai de barco entre às duas ilhas (tempo de uma hora). Esta ilha St. Barth, é uma ilha de milionários, artistas, e é a xodó dos muitos ricos! Eu tenho o costume há muitos anos, ao sair do hotel, fazer uma trilha pela Chapada dos Guimarães e outros locais do nosso lindo Estado de Mato Grosso, sempre levar um ROLO de PAPEL HIGIÊNICO. Neste fatídico dia, esqueci! Olha só o que me ocorreu! Quando a barcaça atracou no porto de Saint-Barth eu já ‘estava apertado’ como diz o Cuiabano! Saí igual um serelepe em direção ao banheiro! Quando lá cheguei cadê ‘a miséria do papel higiênico’! Nem um pedacinho sequer! Mais do que depressa, abri a bolsa que sempre levo às costas! Lugar mais limpo! Desespero bateu meu amigo leitor(a)! Sai à procura de uma rápida solução e vi um policial francês (a ilha pertence à França) e por meio de mímica disse a ele que não havia papel higiênico no banheiro e se tinha alguém para repor urgentemente. Ele compreendeu, mas simplesmente ‘abriu os braços’ como a dizer: não posso fazer nada! E agora José? Eu vendo a viola em cacos, pois, como estava hospedado em Saint-Martin, não tinha peças de roupas sobressalentes, já que o passeio era bate-volta, ou seja: fui pela manhã para voltar de tardezinha. Percorri os olhos pelo aquele local chique... e bati o olho em uma sorveteria. Com a maior cara de pau, entrei, voei no repositório de guardanapo de papel, retirei um grande maço e voei para o banheiro! UFA! CONCLUSÃO! Nunca ande sem um rolo de papel higiênico! Pois, nos mais sofisticados lugares o tão necessitado item, pode estar em falta!

  • Malha fina. Vindo de Portugal para o Brasil, uma mulher que estava próxima a mim, caiu na malha da ‘revista fina’ da chamada polícia de fronteira. Ela imediatamente ficou com uma cara de "sem gracinha". O moço iniciou a passar no corpo dela o scanner. Cada vez que passava o scanner em uma determinada região do corpo, tirava uma medida, emitia uma etiqueta adesiva e ele colava tal etiqueta em uma folha, e, assim procedeu em vários lugares no corpo... a parte hilária foi quando mandou subir a blusa e ela ficou com o "buchinho de fora"! O policial a meu ver “tirou para ver a medida certa”! Infelizmente não estava!

  • Dormindo na Ópera. Em 19.09.2018 na Ópera House de Sydney/Austrália, assistindo "Romeo e Julieta" com execução da famosa Orquestra Sinfônica de Sydney, uma bela senhorita brasileira, próxima a mim, estava cochilando a todo vapor! E em um dado momento "levou um susto daqueles" e ainda cometeu a gafe "ai!!! levei um susto, por causa do bombo que o rapaz bateu forte"!... Pergunta-se: ...será que estava em um sono profundo nos braços de morfeu?

  • Quantidade de comida. Em Melbourne 10 setembro de 2018, vi uma brasileira na mesa ao lado, dizendo que estava superesfomeada, olhando com olhos gulosos o cardápio do restaurante Chinês em que estávamos (China Bar Melbourne), perguntou ao garçom por meio de gestos, mímicas, tradutor do Google, etc., se o prato dava para duas pessoas. O Garçom sem entender muito bem, disse que dava para três. Fiquei curioso, passei a observar no que ida dar aquilo. Quando o prato do pedido chegou... qual a surpresa! Só dava para a esfomeada senhora! Só que, antes, ouvi o seu acompanhante avisando-a que os orientais são magrinhos, pois, comem pouco, e que tomasse cuidado, por que certamente na visão do garçom chimês, o prato pedido dava para 3 mesmo e sobraria ainda!

  • Topless. Parasail em Saint-Martin (Ilha de São Martinho – Caribe). Vi um casal (na verdade só homem a ficar em apuros, sem culpa nenhuma... Coitado)!... Ao fazer parasail, necessário pegar um barquinho e ir até a um outro barco com motor mais potente que arrasta essa espécie de paraquedas no mar. Ocorre que ao saírem, pula no barquinho superapertado, uma “coroa gostosona” (com todo respeito), com os peitos de fora e vestida com um biquíni minúsculo que mal tampava a fenda dianteira! A danada vai e senta bem em frente ao homem com aqueles peitões a balançar ao sabor das ondas do belo mar do Caribe! O Coitado não sabia se olhava para os belos peitos da francesa ou se ficava com torcicolo olhando para os lados, evitando a olhar aquele maravilhoso par de peitos ou se depois apanhava da sua mulher! Que situação! Não desejo tal circunstância nem para o meu pior inimigo!

  • Rugido do Leão, pernas bambeou! Em Lujan/Argentina, tem um grande Zoológico. Presenciei uma senhorita brasileira que queria muitíssimo entrar em uma jaula de um enorme Leão (lá tem vários bichos e o ponto alto, é você entrar em um pequeno cubículo em que está um enorme leão e ficar lá com ele uns minutos; uns falam que o leão é domesticado outros que ele está dopado; etc.)... Mas a tal senhorita dizia que estava com um certo medo e receio de ingressar no cubículo do Rei da selva, e, se o Leão resolvesse experimentar a tenra carne?... Mas vencendo o temor, foi até a jaula para entrar, tirar umas fotos, umas selfies, e, cair fora! Mas chegando lá, era a hora do almoço do domesticador da fera. Já que o horário de funcionamento estava prestes a chegar, ficou por ali próximo, aguardando o retorno do moço para que ela penetrasse na jaula. Enquanto aguardava o momento de entrar, de repente o Leão deu um enorme "rugido", e a ‘corajosa’ deu um sobressalto assombroso e um pulão, que parecia uma atleta olímpica e desistiu na hora de entrar na jaula!

  • Banheiro público na praça. Em 2018 em Sydney/Austrália, presenciei um fato pitoresco e hilariante, mas, foi tão angustiante que fiquei deveras incomodado e aflitíssimo com a situação! Lá, em algumas praças tem banheiro público que funciona muito bem. Só que este banheiro não é uma casinha construída de tijolos, na verdade ele é um pequeno espaço de material rígido muito parecido com plástico e só entra uma pessoa por vez, etc. Vi uma turista brasileira, que estava com a fisionomia incrivelmente aflita e com aquele ‘andar de pernas juntinhas’, característica de quem está com uma vontade imensa de ir ao banheiro fazer suas necessidades fisiológicas, pois, se não fizer naquele instante imediato, poderá acontecer uma ‘desgraceira’ com certeza! Quando ela tentou entrar no mencionado banheiro, ocorria a seguinte situação aflitiva: apertava o botão da abertura da porta, a danada abria e fechava rapidamente! No desespero ela conseguiu entrar, porém, quando ela iniciava a abaixar a roupa, a porta abria novamente e deixava à mostra sua quase nudez, fazendo com que a moça, ficasse em uma situação constrangedora, o quê fazer? Apertava o botão para fechar a porta, e a situação se repetia! Isso por várias vezes! Pediu-se socorro a uma australiana que estava passando pelo local, mas como o inglês da brasileira era ruim e eu não falo e nem entendo nada de inglês, a compreensão foi nula! Após isso, pensei em até fazer um anteparo mal jeitoso com o meu corpo na frente da porta, para solucionar o problema do abre e fecha! Enfim, quase fazendo ‘nas calças’ literalmente! E, depois de suar frio com esta situação aflitiva, a danada da porta, repentinamente parou de abrir e fechar e aí ela conseguiu realizar suas necessidades sossegadamente! Logo depois, descobrimos, que na verdade, por ser um banheiro público em uma praça, toda vez que é utilizado por alguém, automaticamente ele entra em autolimpeza e assim, o banheiro se fecha sozinho, para que ninguém o utilize naquele momento e nele tem afixado um aviso, porém, em inglês! Como faz falta nestas horas, conhecer, ler, falar, compreender outra língua! Conversando com ela, me disse que na verdade saiu do hotel com uma ‘certa vontade’, mas achou que ‘dava tempo de esperar até o local do seu próximo destino’... Meu amigo(a), se sentir vontade de visitar a chamada "casa de banho" (Portugal), WC, bathroom ou como se diz no Brasil "banheiro", querido leitor(a), lhe afirmo com toda a certeza, VÁ!!! Não deixe para última hora, pois, pode acontecer uma desgraceira! Se estiver em uma excursão, não fique com vergonha idiota de falar com o motorista do ônibus (por exemplo, mesmo no Japão, quando comprei um voucher de uma excursão de Tóquio para o Monte FUJI - são quase 2 horas, o ônibus não tinha banheiro... imagine a situação...).

  • Aconteceu comigo 2. Em maio de 2019 estive na Cidade do Rio de Janeiro, passeando com um grupo de familiares, e, resolvemos alugar um micro-ônibus. O passeio era de ‘dia inteiro’. Saímos pela manhã, almoçamos na praia e na volta para o hotel, as tripas grossas começaram a correrem atrás das finas. Eu, não tenho mais vergonha de falar com o motorista, guia turístico, líder do passeio ou com quem quer que seja, que necessito cumprir às ordens da mãe natureza! Percebi que não daria tempo de chegar ao hotel. Falei ao motorista que precisava ir ao banheiro. O infeliz, foi andando, andando, e nada de parar em um local público ou privado! Acontece meu caro leitor, só para você ter uma ideia, a distância entre o ponto de saída e chegada até ao hotel, durou mais de duas horas naquele trânsito maluco do Rio de Janeiro! E eu fui ficando cada vez mais ‘amarelo e suando frio’, e as tripas retorcendo, e nada do miserável parar! Passamos por um mercado e eu cobrei, por que não parara ali e ele respondeu: que lá não tinha banheiro! Pode?! Quando eu estava já nas últimas, o veículo parou em um sinaleiro, avistei então uma farmácia. Mandei abrir a porta do veículo e voei até a farmácia. O ‘aperto’ era tanto, que a atendente estava com uma cliente e eu cheguei e interrompi-a e disse: “Senhora, por favor, me deixe utilizar o seu banheiro”! E ela: Senhor aqui o banheiro é só para os funcionários! E eu: “moça, você não está entendendo a situação”! Eu estou apertadíssimo, senão vou fazer ‘besteira por aqui mesmo’! A funcionária vendo que não tinha jeito gritou, meio desesperada, para outro funcionário que estava na parte de cima da loja, para me levar até o banheiro que estava na sobreloja. Menino! Fui daquele jeito como aparece nos filmes cômicos... As ‘perninhas juntinhas’ e ainda correndo perigo! Ao descrever e escrever esta situação, estou morrendo de dar risadas, mas confesso a vocês, é uma situação terrível! Vi a viola em cacos novamente! A sorte é que eu estava vestido com o calção de banho! Pergunto: se algo pior acontecesse, como eu iria voltar para o micro-ônibus?


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